“Buy American. I am” (Warren Buffet)

A crise no mercado financeiro global tem gerado um clima de cautela (quase desespero), estimulando empresas a cortarem custos, empregos e adiarem projetos de investimento, demonstrando uma aversão ao risco, como nunca vimos nos últimos tempos.

Em suma, um cenário de incertezas, escassez de recursos financeiros, perspectivas de desaceleração econômica, entre outros fatores, poderiam indicar um quadro pouco estimulante para a Inovação. Será?!

Na contramão do mercado, Warren Buffet, em seu último artigo publicado no New York Times voltou a defender uma atitude no sentido contrário ao movimento de massa verificado nos últimos dias, sugerindo a compra de ações de empresas americanas. Ele tem defendido: “Fique com medo quando os outros forem gananciosos; seja ganancioso quando os outros estiverem com medo”.

A opinião não é nova e tem sido acompanhada por muitos que concordam ver nesta “crise” uma “oportunidade” para novos ganhos. 

Da mesma perspectiva, Silvio Meira nos relembrou em seu blog a visão de Thomas Watson, à frente da IBM, no pós-1929, e que o tornou um dos mais bem pagos executivos dos EUA.

Você está preocupado ou excitado com o novo futuro? Como você vê o Brasil nesse novo cenário? O que tem tirado o seu sono: preocupações com o futuro ou novos projetos para “surfar essa onda”? Como sua organização está lidando com tudo isso?

Gostaríamos muito de ouvir suas opiniões e de, juntos, transformarmos esse blog em um espaço de reflexão, organização das idéias e inspiração para lidarmos da melhor forma com este novo cenário que nos apresenta.

Aguardamos ansiosos pelos seus pensamentos!

2 respostas a “Buy American. I am” (Warren Buffet)

  1. É isso aí: crise é Oportunidade!
    Isso não é apenas otimismo. Recordando as lições de dois dos maiores estudiosos do capitalismo, não podemos deixar de relembrar dois caras: Karl Marx, que identificou as crises como “o motor do capitalismo”, ainda no final do século XIX, e Joseph Schumpeter, que, na primeira metade do século XX, um pouco após a quebra da bolsa de Nova York, aprimorou sua visão sobre o papel da inovação e disse que “o capitalismo se renova, sendo que a inovação é o motor do desenvolvimento econômico”.
    A inovação é o elemento que pode fazer com que as organizações, as regiões e os países superem esse momento de incerteza e indefinição, a partir da crise do mercado imobiliário norte-americano, que ora se agrava e atinge escala global. Vamos priorizar a inovação em todos os empreendimentos, a partir da compreensão da inovação em sua forma ampla. Para isso, cabe também destacar um aspecto da obra de Schumpeter pouco lembrado hoje, quando identifica que “a capacidade de inovar não é privilégio de alguns iluminados, podendo manifestar-se de várias maneiras e nos mais diversos contextos.”
    Inovação como novas formas de negócio, novos modelos, aperfeiçoamento e racionalização de processos, estratégias diferentes, além de novos produtos e serviços.

  2. Ana Carolina Lima diz:

    Um cenário de instabilidade sempre nos faz repensar os projetos que estavam engatilhados, prontos para serem postos em prática. Mas nesse ambiente globalizado, temos sempre que prever variáveis e condições de mercado para o futuro. Um bom planejamento e revisão contínua dos projetos da empresa nos garante a organização necessária para lidar com a crise e não sucumbir com ela. Acredito que é na prevenção da crise, na necessidade de mudar que a inovação vem com mais força e destaca as empresas que continuarão rentáveis das demais.

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