Profissões ligadas à Inovação estarão entre as mais promissoras até 2020

 

Profissões ligadas à inovação e sustentabilidade se consolidarão como as mais promissoras até 2020. É o que aponta a pesquisa concluída pelo Profuturo (Programa de Estudos do Futuro) da FIA (Fundação Instituto de Administração).

A crescente demanda governamental e social por um perfil eficiente de empresas ambietalmente sustentáveis e o maior diálogo entre as comunidades e as ONGs faz dos gerentes de ecorrelações alcançarem o topo da lista, sendo a carreira citada por 72% dos especialistas consultados.

Em segundo lugar (67%), a de CIO (Chief Innovation Officer), é uma resposta à competitividade do ambiente corporativo e a constante necessidade de inovação e capacitação para se destacar no mercado, onde a inovação vai além do foco em desenvolvimento de novos produtos, englobando melhoramento de processos, desenvolvimento tecnológico e educação continuada.

A área de marketing ocupa o terceiro lugar.  O gerente de marketing e-commerce (46%) deve ser um profissional multicanal, que explora e cria diversas mídias, principalmente as on-line, fluxo natural do aumento de número de acessos à internet e maior tempo gasto pela população em frente ao computador.

Os setores preocupados com a longevidade e qualidade de vida também foram listadas como promissoras: conselheiro de aposentadoria (39%), coordenador de desenvolvimento de força de trabalho e educação continuada (35%) e “bioinformationist” (34%).

A primeira auxiliará o executivo ao preparar a aposentadoria. Já o coordenador de desenvolvimento ajudará o profissional a se qualificar melhor. Os “bioinformationists” se dedicarão às pesquisas na área genética, por exemplo, para que isso seja aplicado em técnicas clínicas e medicamentos.

Clique aqui para ler a matéria da Folha de São Paulo

Uma resposta a Profissões ligadas à Inovação estarão entre as mais promissoras até 2020

  1. Excelente o artigo que propõe a criação de uma nova função formal para quem se ocupa da vertente crescimento de um BSC e cuja missão seria granjear novas frentes de tal maneira a vir a fomentar expansões que, uma vez consolidadas, seriam novas BU´s, spin-offs, levariam à formação de uma holding, etc.
    No meu entendimento, o perfil não pode ser confundido com a atividade de quem se ocupa de um, entre muitos “change drivers” que é a tecnologia, isto é, o CIO tradicional ou Chief Information Officer. Da mesma maneira, não se trata da missão “full time”, de geração de leads e concretização de vendas, outora chamada de comercial e hoje comumente rotulada de “desenvolvimento de negócios”.
    Primeiro porque em tempos de BSC e mapas estratégicos, inovação é função de todos. Segundo, porque se trata de diferenciar o papel de assegurar as atividades cash-cow que tipicamente exigem um perfil de caçador de leads e concretizador de vendas, do perfil granjeador, que a partir de uma postura questionadora do “status quo” tenderá a agir criativamente, será um change advocate, melhorará processos existentes, será um atento ouvinte de todas as áreas funcionais e níveis hierárquicos, se ocupará com a imagem e comunicação corporativa a ser formada,cultivará o cidadão e portanto o consumidor por vir e como resultado final desta cadeia de ações, promoverá ganhos financeiros futuros. Será um intra-empreendedor , enfim.
    Eis o paradoxo: muito se publica sobre o tema porém talvez apenas 10% das empresas efetivamente contratem e mais importante que isso, apóiem financeira e politicamente – tal como um P&D interno – e além disso, retenham, alguém cuja missão é agir para o médio e longo prazos, porque afinal, o sujeito incomoda, se ocupa de novidades muitas vezes tidas como sendo a “menina dos olhos” dos acionistas e além disso, pensam muitos, suas investidas em novas frentes, parcerias e outras ações típicas de start-ups, são “bancadas por quem garante o dia a dia”.
    No entanto, este executivo, como disse no início, pode ser quem fará surgir o futuro expandido daquilo que hoje existe. Razão simples: se entende que inovação é função de todos, se ocupará das idéias advindas de quem atua na linha de frente e observa, mas não se ocupa, dos gaps que se formam no mercado, mesmo que o colaborador exerça uma função funções “simples” como assistência técnica. Promoverá assim o buy-in tão necessário quando possibilidades ganham as primeiras formas fazendo com que a atividade de planejamento estratégico não mais se limite aos negócios existentes e à cúpula que lidera a empresa tal como ela é hoje.
    Assim sendo, talvez seja prudente cunhar um novo termo para que não haja confusão de atribuições e portanto de perfís: Chief Growth Officer. De toda maneira, observemos quantos anúncios de vagas para a posição sugerida surgirão nos próximos meses, confirmando a adoção da visão pesquisada e relatada no artigo: eu me candidato!

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