Início do final da crise?

A divulgação do Índice de Confiança do Empresário Industrial, medido pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) com o empresariado divulgada ontem demonstra sinais de que podemos estar deixando os momentos mais graves da crise, que definitivamente não foi uma “marolinha”, e retomando uma curva ascendente de crescimento.

Evidente que ainda é muito cedo, os sinais globais não permitem otimismo, principalmente aqueles oriundos da Europa, do Japão e ainda dos EUA.

De qualquer modo, é a primeira vez que alguns dos indicadores revertem os sinais negativos e isso anima o empresariado, que contribuiu para a criação de um ânimo diferente, típico de início do segundo semestre, quando se aproximam os momentos de aquecimento da demanda interna em diversos setores.

Enquanto os sinais não ficam mais claros, cabe retomar uma pérola dita em recente palestra por José Roberto Mendonça de Barros, no evento de estreia da Link Investimentos e da Proinvestors na Bahia, quando afirmou que “devemos atravessar o deserto de caixa, sem matar o futuro”.

Com indícios de retomada, ainda que a níveis claramente mais baixos do que nos anos recentes, as preocupações com gestão, racionalização, downsizing e custos continuam válidas, mas a inovação está sendo entendida por todos os especialistas em desenvolvimento como o elemento-chave do novo ciclo.

Recente estudo da OCDE http://www.oecd.org/dataoecd/59/45/42983414.pdf destaca que “A crise atual é a primeira desta severidade a se abater sobre os países da OCDE desde que eles se tornaram economias de serviço baseadas em conhecimento” e aponta o papel da inovação para o desenvolvimento no longo prazo.

Então, é hora de cuidar do futuro, ainda que as dificuldades do presente estejam aí para serem superadas. E a inovação é uma aposta segura para caminhar em direção ao futuro.

Relembrando o clássico “Um TOC na cuca” de Roger von Oech, está na hora de romper os bloqueios mentais com um pensamento inovador, pois é questão de sobrevivência.

Uma resposta a Início do final da crise?

  1. Não acho. Ainda há muito que se fazer e os efeitos da crise ainda perduram. Trabalhar é a solução e criar formas de aplicabilidade para as metas românticas. Mais sobre a Crise económica e catástrofe alimentar aqui:
    http://ikunumistas.wordpress.com/2010/09/26/crise-economica-catastrofe-alimentar-malthus/

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