Inovação aberta e a Crise Financeira

Em tempos de escassez de recursos financeiros e de retração de consumo, um conceito está se posicionando de forma importante para a agenda empresarial, a Inovação Aberta. Trata-se de um termo popularizado pelo americano Henry Chesbrough, ao lançar o livro “Open Innovation: The New Imperative for Creating and Profiting from Technology”. Veja uma síntese do livro, clicando aqui.

A idéia central da Inovação Aberta é que a dinâmica do processo inovativo, na atualidade, exige que as empresas busquem colaboração com fontes externas de conhecimento, além do investimento em suas equipes internas de pesquisa e desenvolvimento.

O principal argumento a favor desta teoria aponta a possibilidade de se alcançar mair agilidade e barateamento no acesso a tecnologias que possam se transformar em novos e melhores processos produtivos, produtos, estratégias, modelos de negócio etc.

Além disso, tecnologias desenvolvidas internamente e que não forem usadas pelos negocios da empresas podem ser transferidas para parceiros externos, gerando outras modalidades de receita, como o licenciamento de patentes.

“A pesquisa está encarecendo, o ciclo de produtos está encurtando e é preciso trabalhar ainda mais para recuperar o investimento”, disse Chesbrough à revista Epoca Negócios, de fevereiro, que publicou a matéria  “Bem vindo à era da inovação coletiva“. Vale a pena conferir!

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